Os Estados Unidos romperam unilateralmente com o sistema de câmbio fixo, com taxas que vinculavam o dólar americano ao ouro (US$ 35 por onça), e que havia resultado de acordo firmado entre delegados de 44 países, reunidos na cidade de Bretton Woods, no estado estadunidenese de New Hampshire. Ao romper o acordo, o governo dos Estados Unidos transformou o dólar em moeda fiduciária, lastreada por papeis de sua dívida pública e inconvertível ao ouro. Ao abolir o padrão-ouro deu-se início a taxas de câmbio flutuantes. Na sequência, os acordos dos Estados Unidos com os países produtores de petróleo, que fixaria as negociações do produto em dólares americanos para qualquer outro país, deu novo fôlego à moeda, contribuindo para a hegemonia estadunidense na economia global.