A ditadura de Fulgencio Batista em Cuba, que havia sido iniciada em 1952 por golpe militar apoiado pelos Estados Unidos, foi combatida por revoltosos, entre os quais Fidel Castro, filho de fazendeiro e adepto do nacionalismo. Depois de ser libertado em acordo com o ditador Batista, Fidel foi viver no México onde conheceu Che Guevara e deu início à formação do "Exército Rebelde". De volta à Cuba arregimentou ocupantes de terras ilegais na região rural de Sierra Mestre, de onde liderou a formação do Exército Rebelde Cubano que, avançando por diversas regiões, chegou à vitória em Havana. O Partido Comunista, que no início mantinha-se distante do movimento, acabou por apoiá-lo. O governo revolucionário, necessitanto de maior apoio para se manter, optou pelo alinhamento com a União Soviética, tornando-se a principal referência de força socialista na América Latina. A partir daí instalou-se o governo socialista sob comando de Fidel, que implementou a reforma agrária e urbana, a nacionalização dos meios de produção e os sistemas públicos de saúde e educação.