Resultou do movimento estudantil na Universidade de Córdoba, que reivindicava o fim de práticas ligadas ao passado monárquico e monástico; o ensino de conteúdos acadêmicos "americanos”; o direito à livre representação dos alunos; e a liberdade de cátedra. Os ideais de autonomia universitária atravessaram fronteiras nacionais, apontando o horizonte das universidades latino-americanas como elementos essenciais na consolidação da democracia no continente.