O movimento teve início com a greve da Siderúrgica do Orinoco (Sidor) em 1971, porém foi durante o governo de Carlos Andrés Pérez (1974-1979), paradoxalmente marcado pela nacionalização petrolífera em 1976, que as mobilizações atingiram seu auge. A frustração com a gestão centralizadora, e a falta de inclusão e justiça social, desencadearam paralisações massivas em Sidor (1975), Ferramentas Orinoco (1978), e nos setores elétrico, petroleiro e de saúde. Para além da busca por melhores condições de trabalho, as greves simbolizaram também a exigência por participação real nas decisões que moldavam o país.