Encabeçada por partidos políticos de oposição, estudantes, confederações sindicais, trabalhadores e camponeses organizados, a greve manifestou a insatisfação popular com as políticas neoliberais do governo de Alfonso López Michelsen. Entre as reivindicações dos manifestantes, incluíam-se aumentos salariais, a reforma agrária e a expansão dos direitos trabalhistas. Organizada a partir dos bairros populares de regiões urbanas e rurais, a greve promoveu o bloqueio de vias públicas com tachas, barricadas e pneus incendiados, levando a confrontos abertos com as forças militares. Ao final da greve, parte das reivindicações foi atendida.